A Saga do Novo Tempo - Livro a livro

    


   A Saga do Novo Tempo, completa, abrange muitos momentos de uma humanidade futura.

    Pelos livros que já foram lançados (Ônix e Dáverus), sabe-se que a tecnologia moderna foi abandonada, antes que a humanidade se destruísse por completo. 

    Tal jornada da humanidade, no entanto, começa ainda quando a tecnologia moderna não apenas já existia, como tinha alcançado um nível muito além dos parâmetros dos dias atuais, e se estende até uma sociedade como conhecemos hoje, embora com as devidas diferenciações históricas. 
   
    É um ciclo completo. Começa com o auge da tecnologia  (no livro S.O.S, em produção). Volta, no que é chamado de O Primeiro Recomeço, para um modelo medieval (no livro A guerra do Quinto Reino, em produção) mantido por alguns séculos, como pode ser visto no livro Dáverus, já disponível). Alcança, com o surgimento da pólvora, um período onde a pirataria retorna a ponto de ser considerada uma ameaça (no livro Ônix, já disponível). Atinge, através do vapor como força motriz, uma sociedade como apenas imaginada antes, na era vitoriana, com máquinas estrondosas (no livro Leela, em produção). Ante a engenhosidade usada para fins bélicos, novamente a humanidade se defronta com a destruição total. Vem O Segundo Recomeço, onde a civilização Egípcia (no livro Syrys, em produção) se torna referência e esperança para manter a humanidade num padrão auto-sustentável e seguro. Segue, daí, para recriar todos os períodos conhecidos pela nossa humanidade, novamente, reconhecendo que a inevitabilidade do curso das vidas as conduzirão a situações, independente do cenário, onde os conflitos são criados para que cada um encontre suas respostas. Os cenários finais, são bem similares a períodos recentes da nossa humanidade. Um deles se passa numa época na qual os gangsters disputam territórios, como há alguns pares de décadas atrás, de nosso tempo (no livro A última balada, em produção). O outro, provavelmente o último desta grande saga,  se passa num período muito parecido com este no qual vivemos hoje, no início deste século XXI (no livro Daimone, em produção - que, em verdade, será uma nova versão de um livro já completamente escrito por mim, antes mesmo de Ônix, ainda no século passado), e, neste cenário, a humanidade já consegue ver como a dependência da tecnologia é imensa e como as armas de destruição em massa alcançaram um nível avassalador, num planeta já castigado. O ciclo se fecha. 

    Os oito livros previstos para esta saga podem ser lidos de forma independente, mas se complementam. A época que cada livro retrata serve apenas como pano de fundo, sem deixar que venham eclipsar os personagens e a trama. Embora, claro, sejam relevantes. 
      
     Os personagens, e suas ações, num livro, vão afetar o cenário ao redor deles tanto quanto o cenário os afetará. Isso afetará os outros personagens, de outros livros e, nessa interação, uma imagem fatalmente será vislumbrada, mesmo subjetivamente. A promessa de fim da humanidade está lá, o tempo todo, como uma enorme face de morte pairando sobre e, principalmente, entre os personagens. Este é o pano de fundo comum.

    Cada livro conta a história de alguns personagens e, juntos, contam a história de uma humanidade inteira. Por isso os livros não escritos já estão todos em produção. Os dois livros já disponíveis são provas de que a proposta é mantida. Cada uma possui sua razão de ser e ambas se complementam. Não é uma tarefa simples, no entanto. Algumas ideias, de cada livro que ainda será lançado, precisam ser desenvolvidas antes do livro inteiro em questão ser escrito, para saber exatamente o que mencionar no livro que será lançado no momento, sem comprometer as surpresas.



    É tão trabalhoso quanto divertido.  O esforço é tremendo. A satisfação de costurar cada parte e ir enxergando o todo, porém, é muito gratificante. Cada personagem, inserido em cada época, permite uma reflexão diferente sobre a natureza humana. O Livro Ônix é muito diferente do livro Dáverus, mas há harmonia entre eles. São do mesmo mundo. 
   
    Nos próximos artigos da série livro a livro, vou falar um pouco sobre a época que cada livro retrata. Seguindo a ordem cronológica dos acontecimentos deste universo, embora tenha optado por uma ordem de lançamento não linear, em prol das surpresas. Evitarei spoilers, certamente. A intenção é dar mais referências, sobre cada pano de fundo, ao leitor que já leu e o que lerá minhas obras.

    Quero aproveitar este artigo para mostrar aos leitores que há, além dos livros já escritos, muito material estruturado para mais livros. O término destes livros em produção, no entanto, depende única e exclusivamente do interesse dos leitores neles. Certamente não posso mais dedicar tempo da minha vida a um trabalho que não se sustenta. Mesmo que seja o meu preferido, de tudo o que faço. Também sou um personagem inserido num cenário com condições adversas. Querem livros novos? De verdade? Ajudem a divulgar. Indiquem para amigos que se interessam pelo tema. 

    Quero acreditar que vivo num mundo onde ainda há pessoas que se preocupam em se enveredar por caminhos inusitados em busca de si mesmas, com capacidade para se divertir no processo, tanto quanto de se emocionar. 


    E aí? Posso continuar? Que bom que há espaço neste blog para que os leitores possam me responder :).


    Para conhecer mais sobre as obras do Novo Tempo e sobre mim, que as escrevo, explore o índice de publicações. Hasta!

William Morais